quarta-feira, 19 de novembro de 2008

Walk the line


pode ser o táxista de terço pendurado no retrovisor. pode ser o cunhado que trabalha na televisão. pode ser o informático da empresa que insiste em que chamemos máquina ao PC. pode ser o nosso colega de carteira na formação da empresa. pode ser o senhor da pastelaria que diz que até tem um sobrinho gay. pode ser o bezanas que catapultou o Audi para a copa de um pinheiro, e de quem vamos receber um transplante de coração. pode ser o vizinho, o irmão, a amante: muitos portugueses assinariam por baixo (à boca pequena e numa cabine de voto) as palavras (dentro ou fora de contexto) da presidente do PSD.

2 comentários:

Lita disse...

Pode, pois...como pode!!!!

Miss Gordon disse...

tanta apatia mental... resta-lhes serem apaticamente livres, veja-se só...